
Semana após semana, uma das novidades da programação da AMC para o proximo ano conquistam mais e mais fãs.
The Killing deixa os fãs cada vez mais intrigados a cada semana e, para falar sobre o futuro da série e conhecer melhor o elenco, o TVGuide conversou com o produtor executivo da série. Confiram!
Detetive Holder, o parceiro esquisito de Sarah Linden, tem um sotaque estranho... De onde ele é?

Joel Kinnaman, o actor de 31 anos que interpreta Holder, fala dessa maneira em parte porque ele é meio-americano, meio-sueco e mora em Estocolmo.
Mas Holder tem esse sotaque também porque, como nos conta a produtora Veena Sud, o personagem cresceu “perto de Aberdeen, fora de Seattle, a cidade natal de Kurt Cobain.
Então eles são farinha do mesmo saco — ambos brancos que gostam de rap e de cultura urbana.”
E como foi que os produtores acabaram por escolher um escandinavo para interpretar um personagem de Seattle?
O teste impressionante que Kinnaman fez para conseguir o papel! “Ele tem tatuagens muito fixes nos braços!”, contou Sud, acrescentou ainda que ele é engraçado e carismático e que, apesar de ser um sex symbol na Suécia, não se importou em deixar a vaidade de lado para interpretar Holden: “Ele não é um almofadinha. Ele entregou-se ao personagem por completo.”
The Killing é baseada na série dinamarquesa Forbrydelsen .
A versão americana é fiel à série original?
Não quadro a quadro, diz Sud. “Nós ficamos com a estrutura, o enredo, mantivemos o que queríamos e descartamos outras coisas para chegar a uma história verdadeiramente norte-americana.”
Um exemplo? “Passamos mais tempo com os irmãos de Rosie e o efeito que a sua morte teve sobre ele que a versão dinamarquesa.”
E a maior alteração entre a versão original e a versão americana?
The Killing deixa os fãs cada vez mais intrigados a cada semana e, para falar sobre o futuro da série e conhecer melhor o elenco, o TVGuide conversou com o produtor executivo da série. Confiram!
Detetive Holder, o parceiro esquisito de Sarah Linden, tem um sotaque estranho... De onde ele é?

Joel Kinnaman, o actor de 31 anos que interpreta Holder, fala dessa maneira em parte porque ele é meio-americano, meio-sueco e mora em Estocolmo.
Mas Holder tem esse sotaque também porque, como nos conta a produtora Veena Sud, o personagem cresceu “perto de Aberdeen, fora de Seattle, a cidade natal de Kurt Cobain.
Então eles são farinha do mesmo saco — ambos brancos que gostam de rap e de cultura urbana.”
E como foi que os produtores acabaram por escolher um escandinavo para interpretar um personagem de Seattle?
O teste impressionante que Kinnaman fez para conseguir o papel! “Ele tem tatuagens muito fixes nos braços!”, contou Sud, acrescentou ainda que ele é engraçado e carismático e que, apesar de ser um sex symbol na Suécia, não se importou em deixar a vaidade de lado para interpretar Holden: “Ele não é um almofadinha. Ele entregou-se ao personagem por completo.”
The Killing é baseada na série dinamarquesa Forbrydelsen .
A versão americana é fiel à série original?
Não quadro a quadro, diz Sud. “Nós ficamos com a estrutura, o enredo, mantivemos o que queríamos e descartamos outras coisas para chegar a uma história verdadeiramente norte-americana.”
Um exemplo? “Passamos mais tempo com os irmãos de Rosie e o efeito que a sua morte teve sobre ele que a versão dinamarquesa.”
E a maior alteração entre a versão original e a versão americana?
“O assassino é diferente”, garantiu Sud, que completou dizendo que nenhum integrante do elenco — exceto o(a) intérprete do(a) assassino(a) — sabe quem matou Rosie. É claro que quase todos assistiram à Forbrydelsen e essa mudança foi necessária para manter o suspense da série, porém nem todos quiseram estragar a surpresa: “Eu? Eu não quis nem saber! Disse aos meus colegas: ‘Não me deixem saber o que aconteceu!’, e eles responderam ‘Ok, mas fique sabendo que é uma doideira!’”, contou Brandon Jay McLaren, intérprete de Bennet Ahmed.

Com um filho mal-humorado, um casamento atribulado e um crime ainda não solucionado, Sarah está cheia de afazeres. Será que ela nunca se diverte?
Não muito. Na vida real, quando um corpo é encontrado, os policias e detetives mais dedicados “passam dias sem tomar banho, sem comer — eles dedicam 24 horas do seu dia, 7 dias por semana à investigação”, diz Sud.
A produtora lembra também que antes do caso Rosie Larsen Linden também se dedicava de corpo e alma aos casos. De fato, logo no primeiro episódio, Linden aparece correndo e para, intrigada com uma foca morta na praia.
Uma pista de um mistério ainda maior? “Sem comentários!”, respondeu Sud.
Por que Mitch não falou com Rosie enquanto a família estava a acampar e a filha ficou em casa?
Simples: com 17 anos, Rosie já não queria juntar se à mãe, ao pais e aos irmãos para um fim de semana no acampamento, mas os seus pais confiavam o suficiente na filha para deixá-la sozinha em casa. Apesar de o telemóvel não funcionar no acampamento, “Mitch ainda achava que ela estava em segurança”, diz Sud.
“Em algum momento é preciso desligar se, especialmente quando se trata de uma adolescente prestes a entrar na faculdade. Ninguém nunca acha que isso possa acontecer. É o pesadelo de qualquer pai.”

Belko Royce é quase como um tio não-oficial para as crianças, então por que Stan, Mitch e a irmã de Mitch, Terry, tratam-no tão mal?
“Belko é definitivamente parte dos negócios da família Larsen — ele está lá o tempo todo, ele trabalha com eles, mas ele não é um membro biológico da família. Ele é quase como um bichinho de estimação”, contou Sud, lembrando que tratá-lo mal, na família Larsen, significa tratá-lo como um membro da família.
“Em tempos de dor profunda, nem sempre conseguimos ser educados com nossa a família”, diz a produtora. Belko é também parte do passado do envolvimento com a máfia polonesa que Stan tenta esquecer: “Quando Stan se desligou, ele trouxe Belko consigo”, apontou Brent Sexton, intérprete de Stan Larsen.
Uma curiosidade: o nome do actor que interpreta Belko é Brendan Sexton III, porém, os dois não têm nenhum parentesco.
A não ser naquela cena curta do primeiro episódio, vimos Rosie apenas em fotos e vídeos. Ela vai aparecer mais vezes nos próximos episódios?
“Discutimos uma cena em que Stan tinha um sonho em que interagia com Rosie”, revelou Sexton, logo depois afirmando que a cena foi descartada. “Veen decidiu que não usaríamos flashbacks nem sonhos para contar a história.”
A produtora justifica dizendo que não queria interromper a autenticidade da série, e que queria que a audiência conhecesse Rosie como um policia conheceria.
“Como é que Sarah fica a conhecer essa pessoa falecida?
Por meio das pessoas da sua vida e das coisas que ela deixou para trás, as fotos, as memórias. Se você é um pai ou uma mãe e perde o seu filho, isso é tudo que fica, e isso é doloroso. Você tem apenas a decoração do seu quarto ou o cheiro do seu perfume num vestido. Queria tornar essas coisas a única ponte entre a audiência e Rosie.”

Tudo bem que Seattle é uma cidade chuvosa, mas em The Killing parece que a chuva nunca para! Isso é intencional?
“A chuva é definitivamente um personagem da série”, contou McLaren, dizendo também que como o gotejamento nem sempre aparece muito bem nas câmeras, os produtores precisam usar um aparelho chamado “water tower” para aumentar o volume de água. “Acabou por virar uma piada. Estamos a fazer uma cena séria e tem tanta água a cair sobre nós que mal conseguimos manter os olhos abertos.”
Num ponto todos concordam: o clima chuvoso deixa a série ainda mais sombria. “Isso ajuda nos a encontrar um tom para a série. Sombrio e terrivelmente triste”, descreveu Sud. Missão completa!
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"Difícil não é atingir o topo mas sim manter se nele"
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